Compromisso com o bem-estar e a autocura a partir do Reiki

Instituto Sétima Onda fez um projeto voluntário com Hospital Ruth Cardoso, em Balneário Camboriú, para aplicação da terapia integrativa e colheu resultados positivos


Desfazer bloqueios energéticos, conhecidos como nós, para que o equilíbrio da energia do corpo seja fluído nos quatro corpos que constituem o ser: o físico, o mental, o emocional e o espiritual. É com esta intenção que a Reiki Terapia trabalha e foi exatamente para levá-la a mais pessoas que o Instituto Sétima Onda desenvolveu um projeto voluntário no Hospital Ruth Cardoso, em Balneário Camboriú, para realizar - gratuitamente - a Reiki Terapia em pacientes e profissionais atuantes no local. Todos receberam a equipe de terapeutas tão bem que, mesmo quando pacientes tinham alta hospitalar, voltavam para fazer as sessões de Reiki.


O ganho de qualidade de vida pode ser percebido nos pacientes e para quem os atende, como conta a psicóloga Sandra Janete Dreissig que trabalha no hospital há dois anos e ela mesma sentiu os benefícios do Reiki, há mais ou menos seis anos. Na época, ela estava muito atribulada com trabalhos e preocupações, passando noites sem dormir, desenvolvendo uma ansiedade muito grande. Ela foi em busca do Reiki para se reconectar consigo mesma e funcionou. Tanto que começou a indicar para seus pacientes. “Estava atendendo pessoas muito ansiosas e, depois que eu indicava o Reiki e elas de fato recebiam esse alinhamento de energia, percebi que o resultado também foi muito positivo para elas”, disse.


A contadora Marisol Fernández de Gouveia, paciente do hospital, afirma que após começar as sessões de Reiki com a equipe voluntária do Instituto Sétima Onda, em conjunto com outros tratamentos, sentiu mudanças muito positivas, tanto na saúde física quanto na emocional. “Eu já tinha ouvido falar dessa terapia e quando testei gostei muito, traz uma sensibilidade e uma paz que não quis descartar mais”, conta. Inclusive, atualmente, ela sente falta deste tratamento integrativo. Afinal, depois da pandemia, o Instituto precisou pausar os atendimentos presenciais.


Marisol ainda está em tratamento e diz que precisa seguir uma rotina que antes era muito difícil, mas o Reiki trouxe serenidade, menos ansiedade, mais consciência e menos dor. “Sinto a dor aliviar em 70%, além de ficar mais sensível para sentir a energia das pessoas”, afirma.


De origem japonesa e aplicado a partir da imposição das mãos, o Reiki é reconhecido pelo Ministério da Saúde desde março de 2017 por atender as diretrizes da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares, podendo inclusive ser aplicado no Sistema Único de Saúde, o SUS. Este reconhecimento é fortemente incentivado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), por entender que as Medicinas Tradicionais e Complementares são compostas por abordagens de cuidado e recursos terapêuticos que se desenvolveram e têm um importante papel na saúde global.


De acordo com Janny Brumm, cofundadora e presidente do Instituto Sétima Onda, a prática começou no Japão com Mikao Usui, por essa razão ele é considerado o decodificador do Reiki como conhecemos atualmente. O terapeuta Reikiano trabalha os sete chakras principais que estão alinhados na coluna a partir da base até o topo da cabeça, localizados desta forma: na base da coluna em toda região pélvica, no baixo abdome (região umbilical), na boca do estômago, no coração, na garganta, na testa - ou região do terceiro olho - e, por fim, acima da cabeça. Como mostra a figura abaixo:



São difundidos os sete chakras principais. Porém, o Reiki entende que cada feixe de meridiano é um chakra que pode concentrar um nó energético e, a partir da imposição das mãos nestes locais, os nós vão se desfazendo. Janny ainda explica que os efeitos podem ser observados desde a primeira aplicação, mas que tudo depende da entrega e da confiança do paciente no seu terapeuta. “Médico e terapeuta não curam ninguém, porque o processo é a partir do ser, é a autocura que te leva ao equilíbrio e à cura, não é de fora para dentro e sim de dentro para fora”, afirma.


Vale reforçar que as terapias integrativas são complementares a todos os tipos de tratamentos, inclusive aos de outras terapias integrativas e da alopatia. Elas não excluem nada. Os profissionais que atuam com terapias integrativas entendem que existem vários caminhos e nenhum exclui o outro, mas que tudo sempre vai depender da vontade do paciente. “Se eu não estiver disposta a receber aquela energia, melhorar, querer evoluir, me autoconhecer, a buscar meu equilíbrio, não tem ninguém que consiga fazer com que eu melhore, nem o melhor terapeuta ou médico do mundo vai conseguir”, completa Janny.


A psicóloga Sandra complementa que tudo é questão de energia, quando se está com a energia mais aguçada, ela interfere na forma como as pessoas se relacionam consigo e com o outro. “Para mim, a energia do Reiki trouxe calma, tranquilidade, realinhamento, concentração. É uma terapia complementar e me faz muito bem”, afirma.


O reforço da utilização dessa terapia também vem de Marisol que comenta que o mundo está cheio de pessoas com ansiedade e doenças por falta de cultivo da parte espiritual. “Existe muito vácuo espiritual, há que se reconhecer que nós somos de carne, espírito e emocional”, finaliza.


A iniciativa deu tão certo que foi estendida para o Núcleo de Atenção ao Idoso – NAI, e Núcleo de Atenção à Mulher – NAM. Os terapeutas voluntários, inclusive, se preparam para atender presencialmente no hospital Ruth Cardoso, pois os serviços do NAM voltaram à ativa.


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Quem sentir em ajudar este projeto, pode fazer doações:


Depósito em conta SICREDI - Banco 748

Agência: 2606 - Conta Corrente: 29176-6 - CNPJ: 23.387.976/0001-64

Entre em contato com a cofundadora e presidente do Instituto, Janny Brumm:

(47) 9 8851-9270, telefone e Whatsapp.


Lembre-se que toda ajuda é bem-vinda. Afinal, para realizar os atendimentos, as equipes usam macas e pequenos insumos, deixando a experiência completa para quem a recebe.

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