Polifarmácia x Terapias Integrativas


Polýs pharmakon. Isso é grego para você? Literalmente, sim.


"Polýs" significa "muitos" e "pharmakon" tanto "remédio" como "veneno", em grego. Aqui no Brasil, a tradução é polifarmácia, um conceito definido para o uso diário de, em média, cinco ou mais medicamentos.


Se de um lado, a indicação do uso contínuo é justificada, do outro é importante lembrar que existem os possíveis efeitos colaterais. Há casos em que as reações adversas podem apresentar pequenos riscos, mas também há aqueles que podem evoluir para situações extremas.


Esta realidade acomete, principalmente, pessoas com doenças crônicas e, em sua maioria, pessoas idosas, o que requer acompanhamento médico regular e cuidados redobrados como explica o médico Natan Chehter, geriatra da SBGG - Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia e d’A BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo.


O cenário do uso de medicação de forma continuada pode ser agravado pela prática da automedicação que ainda é bastante comum, mesmo com todos os apelos existentes.


De acordo com pesquisa realizada pela Hibou, em fevereiro de 2020, mais de 70% das pessoas entrevistadas afirmaram que se automedicam quando estão sentindo dores. Os números da pesquisa mostram que os brasileiros, em geral, estão preocupados com medidas paliativas e não, de fato, na solução.


Terapias Integrativas. Isso é grego para você? Literalmente, não.


Terapias Integrativas são tratamentos complementares, em que se observam os aspectos subjetivos da existência, considerando que o ser é mais que “pedaços de carne”. Somos formados por um corpo físico, mental, emocional e espiritual e tudo isso é energia. Elas consideram ainda que, ao acessarmos os gatilhos das memórias mentais ou emocionais, as dores podem ser projetadas no corpo físico, seja de forma consciente ou não.


Atualmente existem 29 práticas integrativas reconhecidas pelo Ministério da Saúde, pela Organização das Nações Unidas (ONU) e pela Organização Mundial da Saúde (OMS).


São elas:

Apiterapia; Aromaterapia; Arteterapia; Ayurveda; Biodança; Bioenergética; Constelação familiar; Cromoterapia; Dança circular; Florais; Geoterapia; Hipnoterapia; Homeopatia; Imposição de mãos; Medicina antroposófica; MTC/Acupuntura; Meditação; Musicoterapia; Naturopatia; Osteopatia; Ozonioterapia; Plantas medicinais/fitoterapia; Quiropraxia; Reflexoterapia; Reiki; Shantala; Terapia Comunitária Integrativa; Termalismo/Crenoterapia; Yoga.


Muitas delas são ofertadas aqui no Brasil pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e também em atendimentos particulares por Terapeutas Integrativos.


TOMAR CONSCIÊNCIA DO QUE NOS CAUSA DOR É O MELHOR REMÉDIO.


A partir de nossa tomada de consciência, abrem-se as possibilidades para buscarmos profissionais qualificados e, com a realização de um trabalho sério, experienciarmos terapias que contribuem para a diminuição ou até o abandono do uso de soluções medicamentosas.


É importante ressaltar que para uma melhora integral do corpo físico, nossas emoções, pensamentos e intenções também precisam estar saudáveis. O corpo é muito mais forte do que, por vezes, acreditamos que ele seja.


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